Entrevista EXCLUSIVA com Michelson Borges

O jornalista e mestre em Teologia Michelson Borges concede uma entrevista exclusiva ao blog Criacionismo Brasil..

Interdependência

Nosso corpo assim como o dos animais apresenta partes que são interdependentes uma das outras, ou seja, partes que dependem da existência...

A ciência e seus limites

Na minha leitura do livro Origens de Ariel A. Roth que é PhD em biologia, me deparei com uma frase que me proporcionou uma profunda reflexão...

Um Homem diferente

Há dois mil anos houve um Homem que nasceu contra todas as leis da vida. Esse Homem viveu na pobreza e foi criado na obscuridade. Não viajou muito. Só uma vez ..

Onde está Deus?

A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada em um conhecido programa de televisão ("Early Show") quando a repórter Jane Clayson lhe perguntou: "Como Deus podia...

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Quanto cabe de informação no mundo?

Dezenas de jornais e revistas, centenas de canais de TV, milhares de sites com milhões de páginas na web e bilhões de mensagens em redes sociais transitando por PCs, celulares e outros dispositivos. Informação demais? Longe disso, por mais incrível que pareça. Segundo artigo publicado nesta sexta-feira (11/2) no site da revista Science, o mundo não está nem perto de um eventual limite, pelo menos do ponto de vista tecnológico, para lidar com dados digitais. Os autores do estudo, Martin Hilbert e Priscila López, da Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, calcularam a capacidade mundial para armazenamento, processamento e comunicação de informações a partir da análise de tecnologias analógicas e digitais disponíveis de 1986 a 2007. Os resultados incluem números grandiosos. Em 2007, a humanidade era capaz de lidar com 295 exabytes de dados (ou 2,95 vezes 10 elevado a 20). Para se ter uma ideia da dimensão, se cada estrela no Universo fosse um único bit de dado, haveria uma galáxia de informações para cada pessoa no mundo.


Parece muito, mas depende de onde está a comparação, pois se trata de menos de 1% da informação armazenada em todas as moléculas de DNA de um ser humano.


O estudo observou que 2002 pode ser considerado o início da era digital, pois foi o primeiro ano em que a capacidade de armazenamento digital de dados superou a capacidade analógica. Em 2007, quase 94% da informação produzida pelo homem estava em formato digital.


Em 2007, a humanidade transmitiu 1,9 zetabytes de dados por meio de tecnologias de transmissão de sistemas como televisão e GPS, o que equivale a 174 jornais por dia para cada habitante do planeta. No mesmo ano, a comunicação bidirecional, como telefones, foi responsável pela troca de 65 exabytes de dados, o equivalente a seis jornais por pessoa por dia.


Todos os computadores existentes no mundo em 2007 foram responsáveis pelo processamento de 6,4 vezes 10 elevado a 18 instruções por segundo. Para processar tal ordem de magnitude à mão seriam precisos 2,2 mil vezes o período desde o Big Bang.


Os autores estimaram que, de 1986 a 2007, a capacidade de computação mundial cresceu 58% ao ano, enquanto as telecomunicações cresceram 28% e a capacidade de armazenamento, 23%.


“São números impressionantes, mas ainda minúsculos quando comparados com a ordem de magnitude na qual a natureza lida com informações. Entretanto, enquanto o mundo natural é fascinante em sua dimensão, ele permanece relativamente constante. Por outro lado, as capacidades tecnológicas de processamento da informação no mundo crescem em valores exponenciais”, disse Hilbert.


Info Exame


Nota do leitor Valter Baiecijo: “Para tratar do volume de informação mencionado, são utilizados métodos e ferramentas extremamente complexas (ex.: sistemas operacionais, banco de dados relacionais, linguagens de programação, sistemas de armazenamento, redes de comunicação), que são desenvolvidos para essa finalidade, de maneira lógica e racional (sei disso, pois trabalho na área de Tecnologia da Informação). Essa informação tem uma finalidade, um propósito, não apareceu do nada, de maneira aleatória. Então vem a pergunta: Se toda a informação mencionada não representa 1% do que está armazenado nas moléculas de DNA do ser humano, como é possível afirmar que os outros 99% têm uma origem aleatória, não planejada? Agradeço cada dia o fato de ter o maior Administrador de Sistemas cuidando do meu sistema de informações!”


Blog Criacionismo

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Cristãos e muçulmanos unidos no Egito

Na virada do ano, ocorreu o atentado de um homem-bomba na cidade de Alexandria, no Egito, que matou 23 cristãos. Nestes últimos dias, dezenas de cristãos foram mortos por extremistas muçulmanos, que se aproveitaram do caos que o país vive. Mesmo assim, a foto acima, registrada por Nevine Zaki, revela uma imagem de paz e tolerância em meio à situação calamitosa que o Egito vive. Um grupo de cristãos coptas, que são cerca de 10% da população egípcia, decidiu dar as mãos e criar uma espécie de corrente humana para proteger uma centena de muçulmanos que interromperam os protestos para as orações mandatórias do islamismo. Mesmo em minoria, os cristãos atuaram como uma espécie de equipe de segurança, protegendo seus compatriotas de religião diferente de qualquer ataque inesperado da polícia ou de outros manifestantes. Paz em meio à guerra. Tolerância em meio a repressão. Exemplo de fraternidade resumida em uma imagem.


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

A macroevolução questionada

A tese que se defende neste artigo é que a doutrina da evolução no nível "macro" não tem apoio científico real. Não se questiona a "microevolução” (exceto, possivelmente, quanto à impropriedade de sua designação), isto é, o tipo de alteração pela qual por exemplo os geneticistas desenvolvem cachorrinhos do tamanho da palma da mão, ou laranjas com maior quantidade de suco. Faz-se objeção à tentativa de extrapolar essas pequenas alterações para supostas alterações macroevolutivas, pelas quais hipoteticamente os peixes se transformaram em gente, ou partículas irracionais aleatórias se transformaram em organismos progressivamente mais complexos.


O livro do Professor Lasker "Antropologia Fisica" (1) é um texto popular e largamente adotado. Ele apresenta a doutrina evolucionista atual de maneira bastante precisa. Por essas razões, foi ele escolhido como..
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domingo, 30 de janeiro de 2011

A Bíblia é o livro mais lido do mundo!

Infelizmente, nossos cadernos literários só publicam os livros mais vendidos em 2010, e não os livros mais lidos em 2010. Excluem assim os livros comprados em 2009, 2008 até em 1950, que foram lidos ou relidos em 2010, os livros que mais influenciaram os seus leitores durante o ano. Livros que amigos emprestam para outros ou que passam de pai para filho. Bem diferente dos modismos do momento. Nem seria muito caro contratar o Ibope e a Datafolha, e colocar uma pergunta extra nas suas “N” pesquisas eleitorais: “Que livro você está lendo atualmente?” Mas, infelizmente, os cadernos literários usam o critério eminentemente capitalista de “livros mais vendidos”, “livros que deram as maiores receitas para as editoras”. Não é o que se aprende nas escolas de jornalismo, que é agradar os leitores que leem e não as editoras que mais anunciam. Vá entender.


Bastou 30 dias para fazer a pesquisa, e os 10 livros mais lidos em 2010, foram estes:


1. Livro de Gênesis
2. Livro do Êxodo
3. Levítico
4. Números
5. Deuteronômio
6. Livro de Josué
7. Livro de São Marcos
8. Livro de Isaías
9. Livro dos Salmos
10. Livro de São Mateus


Para quem não sabe, Bíblia significa Biblioteca de Livros. São vários livros e não um só. Por isso, temos 10 nos primeiros lugares. Surpresa que sejam os livros mais lidos em 2010? Óbvio que não.


Mas depois dessa constatação, não demorou muito para descobrir que a Bíblia foi o livro mais vendido em 2010, algo que vem ocorrendo desde 1950, ou até antes. E de longe!


Estima-se entre 10.000.000 a 14.000.000 de cópias vendidas só em 2010, no Brasil. O segundo número inclui Bíblias mais curtas para crianças, resumos, etc. No mundo é exatamente a mesma coisa. Ou seja, a Bíblia tem sido o livro mais “censurado” há mais de 50 anos. Igrejas deveriam publicar na capa: “Bíblia, 18.000 dias sob censura no mundo inteiro.”


Se a Bíblia vendeu 5 bilhões de cópias sob censura total, imagine se a imprensa o publicasse como o livro mais vendido do ano. Ou se os críticos analisassem semanalmente os vários livros da Bíblia. Ou se os jornalistas de esquerda fizessem uma análise mais marxista da Bíblia em vez de fazer de conta que ela simplesmente não existe.


Não sou carola, mas não posso aceitar que por motivos ideológicos censurem em nome da liberdade de imprensa, usando “maximização do lucro” como critério de seleção.


Pode não ser jornalístico, para alguns, repetir toda semana a mesma constatação, mas muitos outros não consideram jornalístico esconder a verdade por mais de 60 anos.


Stepher Kanitz

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Deus não faz matemática vagabunda

Não eram nem 17h03 nem 16h59, mas precisamente 17h, quando César Camacho, diretor do Impa – Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada –, tomou o microfone: “É uma honra receber aqui o professor Michael Atiyah, que como vocês sabem é ganhador da Medalha Fields e do Prêmio Abel. O título da palestra dele é Da Física Quântica à Teoria dos Números: Um Geômetra Explora o Universo. Muito obrigado.”


Na plateia, alguém comentou com o vizinho: “Só duas coisas começam na hora no Brasil, jogo no Maracanã e palestra no Impa.” Obrigações com a tevê explicam a pontualidade do Maracanã; no caso do Impa, trata-se tão somente de rigor, um dos bens mais cultivados por ali.


O inglês Michael Atiyah é um senhor baixo, calvo, rechonchudo e extremamente jovial. Se disser que está chegando aos 70, ninguém objetará. (Ele está com 81.) Na beira de um campo de futebol, seria confundido com o médico Lídio Toledo, aquele da Seleção Brasileira. Numa boa churrascaria, poderiam tomá-lo por maître, e ele provavelmente não ligaria se lhe pedissem para trazer logo a fraldinha. A etiqueta, porém, recomendaria pingar um Sir antes do seu nome, pois em 1983 a rainha Elizabeth II o honrou com o título.


Ali no Impa, em todo caso, a real condecoração impressionava bem menos do que a Medalha Fields, a láurea mais prestigiosa da matemática. Atiyah ganhou a sua em 1966, aos 37 anos, pela contribuição que deu à topologia algébrica, área que, em síntese, descreve maneiras de torcer o espaço.


Ele foi logo ao ponto: “Nos últimos trinta anos tem havido uma interação cada vez maior entre a matemática e a física. Minha palestra é sobre isso: física quântica, teoria dos números e o universo. É o pacote completo. E, quando digo universo, refiro-me não apenas às coisas concretas, mas também ao mundo das ideias.” Um garoto de short e chinelo no qual se lia Full Tilt Poker (um dos maiores sites de pôquer do mundo) inclinou o corpo para a frente.


Atiyah, quando fala, lembra um personagem de filme da BBC. Parece estar com um ovo na boca. Suas frases aceleram do meio em diante, como se as palavras, entediadas com o andar da carruagem, decidissem apostar corrida para ver quem chega primeiro ao ponto-final.


Para ouvidos brasileiros, não é fácil. Benditos slides. Acionando a projeção, o matemático disse: “Gosto muito de citações.” Einstein era o autor das três primeiras: Quero saber como Deus criou este mundo. Não estou interessado nesse ou naquele fenômeno. Quero saber como Ele pensa. O resto é detalhe. Era a ambição. Em seguida, veio o espanto: O aspecto mais incompreensível do mundo é o fato de ele ser compreensível.


Atiyah reflete: “Não há nenhuma razão para que o mundo obedeça a leis matemáticas, mas nós acreditamos que é assim. É um ato de fé nosso, que alguns poderiam, com razão, comparar ao sentimento religioso. Até agora nossa aposta tem dado certo, explicamos muitos fenômenos naturais. Mas não está claro por que dá certo.” Durante os 90 minutos seguintes, ele tentaria converter os jovens à fé. Deus é esperto, mas não malicioso – Einstein, ainda. Melhor pensar que, se existe uma ordem, ela não é obra de um espírito irônico que tenha decidido se divertir às nossas custas.


Talvez por passarem a vida contemplando objetos ideais, alguns matemáticos adotam um vocabulário comum aos homens de religião. Naquela tarde, Deus apareceu muitas vezes no Impa. Não ficou claro se Atiyah se referia a um demiurgo engenheiro ou à força ordenadora da natureza; que cada um preenchesse a lacuna segundo as próprias convicções.


O importante era transmitir a absoluta convicção quanto à força epistemológica da beleza: “Se existe uma teoria última do universo, ela certamente é bela”, disse Atiyah, dando voz a uma de suas crenças mais arraigadas: a de que a beleza explica e é um dos indícios da verdade. O belo, para os matemáticos, é a intuição da totalidade. Onde só se viam partes, alguém percebe um corpo. Era disso que ele falava naquela tarde.


Há meio século os cientistas vêm tentando unificar a teoria quântica e a teoria da relatividade – a primeira, sobre o imensamente pequeno; a segunda, sobre o imensamente grande. Somadas, elas descrevem a totalidade dos fenômenos naturais, mas com sintaxe autônoma, como se a linguagem matemática de cada uma se tornasse agramatical no ambiente da outra. Conciliar as duas teorias é o maior problema que um físico pode se dar. Atiyah estava ali para estimular os seus jovens ouvintes a serem ambiciosos.


Não deve causar espanto o fato de que falava para futuros matemáticos, não físicos. Cientistas acreditam que a máquina do universo provavelmente corresponde a uma estrutura matemática. Descoberta essa estrutura, tudo se tornaria inteligível, tal como um palácio se deixa compreender por sua planta baixa. Referindo-se a uma hipótese formulada há 150 anos pelo alemão Bernhard Riemann, Atiyah disse: “Muita gente acredita que...” – agora havia um brilho metafórico nele – “a solução da hipótese de Riemann” – um problema eminentemente matemático, anterior à física moderna – “oferecerá automaticamente a síntese entre a relatividade de Einstein e a física quântica. Refiro-me a uma Teoria Matemática do Universo...” O silêncio do auditório era bom, desses de cortar com uma faca.


Atiyah seguiu assim, falando do sonho da unidade, dos vários caminhos teóricos possíveis, de vários profetas da física contemporânea – cristãos, ortodoxos, hereges... “Pois eu sou o místico. E, como vocês sabem, os místicos sintetizam.” Atiyah sorriu: “Deus não jogaria fora a beleza de todas essas teorias para ficar com uma só.”


Ele não garante que a Teoria Matemática do Universo vá ser encontrada, mas a intuição lhe diz que sim. “É uma linda hipótese, e assim deve ser quando se faz uma previsão. Qual a graça em imaginar que a verdade virá sob a forma de uma teoria horrorosa? Por que Deus faria o universo com base em matemática vagabunda? Não acredito nisso. Se um dia chegarmos a essa conclusão, será uma pena. Em todo caso, significaria apenas que Ele é um péssimo matemático.”


A palestra foi encerrada com os versos “de um poeta famoso, eu mesmo, que só escrevi um poema na vida”. Em poucas linhas, os alunos foram convocados a não abrir mão do rigor – mas só de dia. À noite, devem se libertar dele, para “sonhar, deslumbrados com o milagre dos céus.”


O auditório demorou a esvaziar. Atiyah ficou cercado de jovens de bermuda e chinelo – garotos talentosos, de todas as classes sociais. Queriam uma fotografia.


Revista Piauí 

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Se Deus é bom e poderoso, como coisas ruins acontecem?



Esta é uma das perguntas mais feitas por ateus para justificarem sua descrença em Deus, afinal: Se Deus é bom e poderoso, como coisas ruins acontecem? É esta pergunta que Voddie Baucham

domingo, 23 de janeiro de 2011

De onde viemos para onde vamos



De onde viemos? Para aonde vamos? É justamente isso que o jornalista Michelson Borges responde em uma entrevista concedida a Rede Maranatha. Nesta entrevista Michelson explica o que é Criacionismo, como surgiu o Evolucionismo e muito mais. Baixe inteiramente grátis no site da Rede Maranatha


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sábado, 22 de janeiro de 2011

E-Book: O Peregrino de John Bunyan

O Peregrino, originalmente Pilgrim´s Progress, é o livro mais vendido depois da Biblia. Você entra no pensamento do autor e começa a ver como era grande e dramática a visão do mundo dele e como coincide com a sua. Você também vai querer batalhar para alcançar um fim melhor. É uma narrativa cheia de emoção e suspense. Bunyan relata a viagem de Cristão, um peregrino espiritualmente abatido que viaja rumo à Cidade Celestial. No decorrer da aventura, ele se encontra com personagens de carne e osso, mas que possuem nomes alegóricos, tais como Evangelista, Adulação, Malícia, Apoliom e Vigilância. Passa por lugares sombrios e medonhos, como o Desfiladeiro do Desespero, o Pântano da Desconfiança, a Feira das Vaidades e o Rio da Morte. Surge em cada encruzilhada um novo desafio que ameaça sua chegada ao destino final. O enredo mescla-se à interpretação simbólica, e o resultado é uma incrível experiência literária e espiritual. O peregrino é a maior obra de ficção na história do cristianismo. Para milhões de leitores, a história de Cristão serve como supremo modelo de perseverança em meio a dificuldades.


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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Uma lição dos flocos de neve

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